Níveis de atenção em Saúde Mental

Os tipos de intervenção que o psicólogo poderá realizar no ambiente hospitalar podem ser de três formas: primaria, secundaria e terciaria.

Primaria

É o tipo de intervenção que visa, a Educação e a Prevenção, o objetivo principal é evitar que a patologia se instale. Isso pode ser feito através de campanhas, grupos, cursos, palestras e debates, feitos diretamente com o sujeito adoecido ou envolvendo membros da comunidade escolhidos para serem os multiplicadores deste trabalho e conhecimento. O psicólogo atua na elaboração, administração e coordenação das atividades, enfatizando os aspectos relacionados a emoção, afetos, aspectos cognitivos, influencias inconscientes, dinâmicas de grupo, auto estima, ansiedade, medos e influencias sociais e psicológicas das doenças em questão, sempre buscando uma forma de se refletir sobre a prevenção.

Não somente em âmbito hospitalar o psicólogo atuando na atenção primaria pode realizar atividades nas seguintes linhas como exemplos.

  • Orientação a gestantes;
  • Planejamento familiar;
  • Orientação a terceira idade;
  • orientação a adolescentes.

Secundária

A atenção secundaria desenvolvida no hospital é aquela voltada para os atendimentos ambulatoriais de diversos sintomas e doenças do sujeito que procura a instituição hospitalar. Ele faz parte daquele grupos de pessoas que, embora recorrem com certa frequência aos serviços específicos de saúde no hospital, não ficam necessariamente internados.

O psicóloga acompanha o paciente nas suas questões afetivas e emocionais, que estão diretamente relacionadas à doença e ao tratamento. Aproxima-se do atendimento em consultório, pois há o estabelecimento de horário, tempo, duração e etc.

Terciária

A intervenção em nível terciário se dá em condições urgentes, intensivas e totalitárias, durante o período de hospitalização. Nesse sentido o psicólogo entra em contato direto com o paciente e suas questões relacionadas ao período de hospitalização.

  • Ansiedade
  • Medo
  • Insegurança
  • Angustias

Juntamente com uma equipe multidisciplinar, atua diretamente com o paciente, esclarecendo as duvidas a respeito da doença e seus aspectos emocionais, auxiliando no processo de adaptação à rotina hospitalar, evitando níveis de estresse ou desgastes desnecessários.

O psicólogo atua no sentido de levar ao paciente a assumir as responsabilidades no seu processo de recuperação e resgate de saúde, além de auxiliar no movimento de saída da postura de paciente para ser um agente ativo frente ao tratamento.

Depressão

Depressão é uma palavra frequentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem angustiados de vez em quando, ou muito alegre às vezes e tais sentimentos são normais. Logo, a depressão enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento.

Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo.

O clima é o estado de humor e o tempo às variações que existem dentro dessa faixa. O paciente deprimido terá dias melhores ou piores, assim como o não deprimido.

Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.

Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjoos.

Contudo, para que se faça o diagnostico é necessário um grupo de sintomas centrais:

– Perda de energia ou interesse;

– Humor deprimido;

– Dificuldade de concentração;

– Alterações do apetite e do sono;

– Lentificação das atividades físicas e mentais;

– Sentimento de pesar ou fracasso.

Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhora e piora, eles são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho.

Outros sentimentos que podem vir associados aos sintomas centrais são:

– Pessimismo;

– Dificuldade de tomar decisões;

– Irritabilidade ou impaciência;

– Inquietação;

– Achar que não vale a pena viver;

– Desejo de morrer;

– Chorar à toa;

– Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança;

– Sentimento de pena de si mesmo;

Para se afirmar que o paciente está deprimido tem-se que afirmar que ele sente se triste a maior parte do dia, quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades nas quais apreciava.

A causa exata da depressão permanece desconhecida. Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo, tais eventos não podem, ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na pratica a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos estressantes são: perda da pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave etc.

O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Estudos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental.

Concluir Etapas

Nos dias de hoje, é muito comum ver pessoas deixando coisas que “ainda” não deram certo para seguir em frente, buscando outras que deem. Esse desapego não é todo ruim, mas também, é importante dizer que não é todo bom.

 Vivemos em um período em que as relações são frágeis, os sentimentos são frágeis, o intelecto muito pouco desenvolvido e o culto ao corpo cada vez mais exaltado. É o momento do agora, e somente o agora. Não importa o que vai acontecer, não importa quem eu vou magoar, não importa se vou ferir alguém, o que importa mesmo é o meu próprio prazer.

 É claro que isso é velado, pois não é politicamente certo dizer tudo o que se pensa, afinal, o que vão pensar de mim? Como as pessoas me verão? Como eu realmente sou? Não.. Não dá… Então preparamos nossos discursos politicamente corretos, vestímo-nos deles e vamos à rua, afinal, o agora é o mais importante… e ser visto como alguém politicamente ativo e correto é fundamental para conseguir “pegar todas” ou “todos”.

 O resultado disso é sentido imediatamente, pois as pessoas que estão à nossa volta, verdadeiramente não estão, os amigos, bem, os amigos não são nossos amigos, mas sim do que temos. São amigos dos nossos bens e do nosso status, se é que isso é um status.

 É importante concluirmos etapas. Se não vê mais sentido em uma relação, termine de forma digna, sem machucar ninguém. Se não vê mais sentido no trabalho que está desenvolvendo agora, então vá atrás de outro, mas enquanto estiver nesse, honre seu compromisso até o fim. Respeite os mais velhos, afinal, viveram mais que você e, mesmo que pareçam antiquados, são mais velhos e isso já é o suficiente para serem respeitados. Respeitem os mais novos, é bem provável que eles estão se espelhando em você para a definição de seu próprio caráter.

 Ninguém vive sozinho, ninguém é suficientemente capaz de viver sozinho.

O mundo não está à venda… as pessoas não devem se compradas, mesmo que se coloquem à venda.

 Pensa nisso! A lei do retorno está ai… Eu mesmo a experimento diariamente!

 E para terminar, deixo um pensamento de Einstein:

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta.” Albert Einstein

Ansiedade

Transtornos mentais estão em alta nos dias de hoje, tratam-se de alterações no funcionamento da mente. Essas disfunções podem afetar qualquer pessoa sem levar em consideração classe social, credo, cor, idade e, geralmente, são provocados por complexas alterações do sistema nervoso central.

Existem diversos tipos de transtornos mentais, que são classificados em tipos, e alguns dos mais comuns incluem aqueles relacionados à ansiedade, depressão, alimentação, personalidade ou movimentos, por exemplo. Nesse post falarei sobre a Ansiedade!

Ansiedade

Os transtornos de ansiedade são muito comuns, presentes em cerca de 1 a cada 4 pessoas que vão ao médico. Eles são caracterizados por uma sensação de desconforto, tensão, medo ou mau pressentimento, que são muito desagradáveis e costumam ser provocados pela antecipação de um perigo ou algo desconhecido.

A ansiedade é uma emoção normal do ser humano, comum ao se enfrentar algum problema no trabalho, antes de uma prova ou diante de decisões difíceis do dia a dia. No entanto, a ansiedade excessiva pode se tornar uma doença, ou melhor, um distúrbio de ansiedade.

Pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade sentem uma preocupação e medo extremos em situações simples da rotina, além de alguns sintomas físicos, o que atrapalha suas atividades cotidianas, já que eles são difíceis de controlar.

A ansiedade é algo muito próximo da preocupação. E preocupação nada mais é do que um aspecto do medo, e o medo é um sentimento projetivo, onde, embora pareça que tenha fundamento, normalmente são criados a partir de desconfianças e suposições existentes em nossa mente. Todos esses componentes são necessários para a nossa evolução e sobrevivência; o que não pode ocorrer é um exagero de qualquer um deles.

O tempo prolongado de ansiedade aumenta o nível de tensão e o estresse interno e pode levar ao surgimento do medo específico ou até mesmo irreal.

Alguns dos sintomas da ansiedade:

  • Constante tensão ou nervosismo
  • Sensação de que algo ruim vai acontecer
  • Problemas de concentração
  • Medo constante
  • Descontrole sobre os pensamentos, principalmente dificuldade em esquecer o objeto de tensão
  • Preocupação exagerada em comparação com a realidade
  • Problemas para dormir
  • Irritabilidade
  • Agitação dos braços e pernas.
  • Dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração
  • Respiração ofegante ou falta de ar
  • Aumento do suor
  • Tremores nas mãos ou outras partes do corpo
  • Sensação de fraqueza ou cansaço
  • Boca seca
  • Mãos e pés frios ou suados
  • Náusea
  • Tensão muscular
  • Dor de barriga ou diarreia.

Se está apresentando mas de três desses sintomas, procure um psicólogo que poderá auxiliá-lo nesse processo de cura!

Transtornos Mentais

Você certamente já teve algum transtorno mental ou conhece alguém que já passou.

Transtorno mentais é um mal psicológico que afeta muitas pessoas, se você ou alguém que conhece estiver em passando por problemas de saúde mental e estiver sofrendo para resolver a situação, não se culpe e vá a luta! Com o acompanhamento de um profissional qualificado é possível ter uma vida psíquica saudável sem impactar as demais áreas da sua vida.

Mas o que é um transtorno mental?

São doenças que causam distúrbios que podem ser leves e evoluídos à graves, que afetam o pensamento e/ou comportamento, resultando em uma incapacidade de lidar com as demandas e rotinas comuns da vida.

Certamente você já ouviu falar sobre os transtornos mais comuns: depressão, transtorno bipolar, demência, esquizofrenia e distúrbios de ansiedade.

Em outros posts iremos tratar cada um desses transtornos, para que possa entender mais cada um desses distúrbios e com isso pode se ajudar ou ajudar pessoas queridas por você.

Com cuidados e tratamento adequados, muitos indivíduos aprendem a lidar ou se recuperar de uma doença mental ou transtorno emocional.

Como identificar os possíveis sintomas de transtornos mentais

Os sintomas mais comuns são:

  • Diminuição da produtividade no trabalho;
  • Isolamento social;
  • Distúrbios do sono;
  • Depressão e ansiedade;
  • Mudanças no apetite;
  • Agressividade e raiva;
  • Vontades e ideação suicidas;
  • Abuso de substâncias.

Iremos falar dos seguintes transtornos mentais:

  • Depressão
  • Transtorno de Humor
  • Transtorno Bipolar
  • Ansiedade
  • Distúrbios Alimentares
  • Esquizofrenia
  • Transtorno de Personalidade
  • Síndrome do Pânico
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